{"id":2556,"date":"2017-03-08T05:24:46","date_gmt":"2017-03-08T05:24:46","guid":{"rendered":"https:\/\/dialogosdobosque.com\/dev01\/?p=2556\/"},"modified":"2025-03-28T22:42:56","modified_gmt":"2025-03-28T22:42:56","slug":"magazine-frutas-legumes-e-flores-edicao-n-o-154","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/dialogosdobosque.pt\/en\/magazine-frutas-legumes-e-flores-edicao-n-o-154\/","title":{"rendered":"Magazine Frutas Legumes e Flores. Edi\u00e7\u00e3o n.\u00ba 154"},"content":{"rendered":"<h3>A vida ao ritmo do figo-da-\u00edndia<\/h3>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o comercial de figo-da-\u00edndia ainda \u00e9 relativamente recente em Portugal, mas apresenta potencial para resultados interessantes e tem vindo a crescer. Em alguns casos, esta cultura regida pelo sol, que exige aten\u00e7\u00e3o constante e cuidados pormenorizados, est\u00e1 a suscitar mudan\u00e7as radicais de modos de vida.<\/p>\n<p>Depois de um percurso pela engenharia mec\u00e2nica e a consultoria inform\u00e1tica, descontente com o seu rumo profissional, Nuno Pires decidiu mudar literalmente de vida. Depois de ter ouvido falar do figo-da-\u00edndia (Opuntia ficus-indica), recolheu mais informa\u00e7\u00e3o sobre esta cultura, frequentou forma\u00e7\u00f5es e falou com outros produtores.<br \/>\nEm 2013, rumou com a mulher, Cristina Sim\u00f5es, para Corti\u00e7adas de Lavre, a meio caminho entre Coruche e Montemor-o-Novo. A\u00ed, numa propriedade familiar, preparou o terreno e come\u00e7ou a plantar clad\u00f3dios (palmas) de figueira-da-\u00edndia, das variedades laranja e roxa. Um ano depois tinha sete hectares plantados e actualmente conta j\u00e1 com mais de 15 hectares, certificados em modo de produ\u00e7\u00e3o biol\u00f3gico e com rega gota-a-gota. No total, j\u00e1 investiu 215.000 euros, recorrendo apenas a capital pr\u00f3prio.<\/p>\n<h4>Mergulhar de cabe\u00e7a<\/h4>\n<p>A cultura recebe toda a aten\u00e7\u00e3o do casal, que mora na explora\u00e7\u00e3o. \u00abApost\u00e1mos exclusivamente no figo-da-\u00edndia. O resultado poder\u00e1 depender disso \u2013 poderemos obter mais algum rendimento. No nosso caso, mergulh\u00e1mos de cabe\u00e7a. Ach\u00e1mos que era uma boa aposta. E n\u00e3o estamos nada arrependidos \u2013 pelo contr\u00e1rio.\u00bb<br \/>\nPara j\u00e1, o objectivo da Di\u00e1logos do Bosque \u00e9 comercializar o fruto para consumo em fresco e material de propaga\u00e7\u00e3o. Contudo, Nuno Pires, de 43 anos, reconhece que existem outras possibilidades de aproveitamento comercial, que n\u00e3o exclui: palma para alimenta\u00e7\u00e3o animal (forragem\/silagem), flores para ch\u00e1s, sementes para extrac\u00e7\u00e3o de \u00f3leos para fins cosm\u00e9ticos. E as possibilidades de aplica\u00e7\u00e3o t\u00eam vindo a multiplicar-se. O fruto \u00e9 em geral canalizado para consumo em fresco, mas abaixo de um determinado calibre \u00e9 escoado para transforma\u00e7\u00e3o (para bebidas, compotas, gelados, iogurtes, gomas\u2026). A polpa e o sumo do fruto s\u00e3o tamb\u00e9m usados em cocktails. Existe tamb\u00e9m o pastel de nata de figo-da-\u00edndia (apresentado no ano passado) e um pastel de palma (apresentado este ano).<br \/>\nFoi uma combina\u00e7\u00e3o de v\u00e1rios factores que levou \u00e0 escolha do figo-da-\u00edndia. Desde logo, \u00abo fruto tem enorme potencial\u00bb, diz o produtor. \u00ab\u00c9 extremamente rico em antioxidantes e vitaminas e tem um paladar agrad\u00e1vel e riqu\u00edssimo. \u00c9 pouco conhecido.\u00bb Nuno Pires destaca ainda o potencial que esta planta tem para fazer face \u00e0s altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas, por se dar bem em condi\u00e7\u00f5es de clima mais seco e inst\u00e1vel. Trazido do M\u00e9xico para a Europa na altura dos Descobrimentos, o figo-da-\u00edndia foi usado para alimenta\u00e7\u00e3o animal e mesmo humana, mas a sua produ\u00e7\u00e3o para fins comerciais s\u00f3 surgiu nas \u00faltimas d\u00e9cadas. O M\u00e9xico \u00e9 o principal produtor mundial da cultura, seguido da It\u00e1lia \u2013 onde, na principal zona produtora, a Sic\u00edlia, existem produtores com planta\u00e7\u00f5es de 100 hectares de figo-da-\u00edndia.<\/p>\n<h4>Acompanhamento constante<\/h4>\n<p>Na Di\u00e1logos do Bosque, a planta\u00e7\u00e3o foi feita com duas palmas paralelas (em sebe) ou com quatro palmas em c\u00edrculo na cova \u2013 neste \u00faltimo caso, dispostas em quadr\u00edcula: com uma dist\u00e2ncia na entrelinha e no compasso de 6,5 metros. Da palma inicial v\u00e3o nascendo outras, cuja evolu\u00e7\u00e3o o produtor tem de controlar, acompanhando constantemente a cultura. As podas, que tamb\u00e9m fornecem material de propaga\u00e7\u00e3o, s\u00e3o essenciais para garantir o crescimento adequado: n\u00e3o se pode deixar ultrapassar uma determinada altura, para facilitar a apanha; deve-se retirar as palmas que est\u00e3o a crescer para o interior da planta ou para baixo, para abrir a planta e deixar entrar luz.<br \/>\nDepois, quando as temperaturas come\u00e7am a subir, surge o fruto, num ponto aleat\u00f3rio da palma. Em seguida, no topo do fruto, surge a flor que, eventualmente, cai. O fruto vai amadurecendo e quando atinge a colora\u00e7\u00e3o adequada e ganha uma forma regular no topo est\u00e1 pronto para ser colhido.<br \/>\nA planta entra em produ\u00e7\u00e3o-cruzeiro no quinto ou sexto ano. Nuno Pires refere que, em plena produ\u00e7\u00e3o, pode obter-se 20 a 30 toneladas por hectare, conforme as condi\u00e7\u00f5es \u2013 nomeadamente tipo de solo (arenoso ser\u00e1 o mais adequado), nutrientes, exposi\u00e7\u00e3o solar e drenagem (que evite \u00e1gua em excesso). Em Portugal, o Alentejo e o Algarve s\u00e3o \u00abzonas de excel\u00eancia\u00bb para esta cultura, pelas temperaturas mais elevadas e pela maior exposi\u00e7\u00e3o solar.<\/p>\n<h4>Aposta na exporta\u00e7\u00e3o<\/h4>\n<p>A cultura \u00e9 protegida de predadores indesejados (como javalis e coelhos) com redes ovelheiras e coelheiras e c\u00e3es de guarda. Para cativar auxiliares, foram instaladas sebes \u2013 por exemplo, de framboesas, amoras, groselhas, ar\u00f3nias, mirtilos e goji. Na prepara\u00e7\u00e3o e fertiliza\u00e7\u00e3o dos terrenos s\u00e3o usados fertilizantes naturais (de cavalo) e adubos org\u00e2nicos. Grande parte do custo da cultura vai para o controlo de infestantes, salienta Nuno Pires.<br \/>\nDo total da \u00e1rea, quatro hectares s\u00e3o usados para produzir material de propaga\u00e7\u00e3o (com uma maior densidade de plantas), mas tamb\u00e9m fornecem alguma fruta. O produtor indica que as variedades mais usadas actualmente s\u00e3o de origem italiana. N\u00e3o optaram pela variedade verde (a mais disseminada em termos selvagens), porque \u00abo fruto n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o apelativo como o das outras\u00bb e tem a pele mais sens\u00edvel. Nuno Pires possui autoriza\u00e7\u00e3o de viveirista de material de propaga\u00e7\u00e3o de figo-da-\u00edndia, \u00abpara j\u00e1\u00bb destinado apenas ao mercado nacional, para outros produtores, mas a exporta\u00e7\u00e3o \u00e9 uma hip\u00f3tese no horizonte.<br \/>\nA Di\u00e1logos do Bosque j\u00e1 teve produ\u00e7\u00e3o de fruto em 2014, mas foi toda encaminhada para oferta, para transforma\u00e7\u00e3o e para a campanha O figo-da-\u00edndia vai \u00e0 escola (ver caixa). O primeiro ano efectivo de comercializa\u00e7\u00e3o ser\u00e1 2015, \u00abna \u00f3ptica de exportar\u00bb, afirma o produtor. \u00abO nosso objectivo \u00e9 vender para o mercado internacional. Ser\u00e1 a forma de conseguir o melhor valor para o fruto.\u00bb Para tal contam com os contactos \u00abmuito interessantes\u00bb que efectuaram na edi\u00e7\u00e3o deste ano da Fruit Logistica, feira que decorreu em Berlim no in\u00edcio de Fevereiro. J\u00e1 t\u00eam encomendas, com quantidades e calendariza\u00e7\u00e3o especificadas.<\/p>\n<h4>Organizar a fileira<\/h4>\n<p>Exotic Fruits NewFlavors \u00e9 uma cooperativa de produtores de figo-da-\u00edndia constitu\u00edda em Portugal no ano passado. Tem actualmente 77 produtores associados, que re\u00fanem 160 hectares plantados. A cooperativa visa, entre outros pontos, agrupar oferta e organizar o escoamento ao n\u00edvel nacional, pelo que pretende ter instala\u00e7\u00f5es pr\u00f3prias. Em 2014, a sua primeira recep\u00e7\u00e3o de fruto \u2013 com uma m\u00e1quina para remover os gloqu\u00eddios desenvolvida por um produtor \u2013 funcionou provisoriamente na Di\u00e1logos do Bosque (Nuno Pires \u00e9 vice-presidente da Assembleia). Foram reunidas 1,2 toneladas de fruto e grande parte foi usada na campanha de divulga\u00e7\u00e3o O figo-da-\u00edndia vai \u00e0 escola, promovida pela cooperativa. Em 2015, a recep\u00e7\u00e3o vai funcionar em Vimieiro, concelho de Arraiolos, na explora\u00e7\u00e3o de Teresa Laranjeiro, presidente da direc\u00e7\u00e3o da cooperativa. Entretanto, est\u00e1 a ser preparado um projecto, para candidatura a subs\u00eddios, que visa criar instala\u00e7\u00f5es pr\u00f3prias da entidade, com condi\u00e7\u00f5es de recep\u00e7\u00e3o, armazenamento em frio, processamento (separa\u00e7\u00e3o de grainhas para \u00f3leo, extrac\u00e7\u00e3o de polpa\u2026) e transforma\u00e7\u00e3o. A inten\u00e7\u00e3o \u00e9 \u00abter v\u00e1rios pontos de entrega, cada um com os equipamentos necess\u00e1rios, a n\u00edvel nacional, mediante a dispers\u00e3o de produtores\u00bb, assinala Nuno Pires. Em Portugal, a \u00e1rea m\u00e9dia por produtor \u00e9 de dois hectares. Por\u00e9m, real\u00e7a Nuno Pires, em Portugal \u00abo volume de produ\u00e7\u00e3o vai subir exponencialmente, porque a planta aumenta muito a sua capacidade de produ\u00e7\u00e3o de ano para ano\u00bb. Al\u00e9m disso, \u00abh\u00e1 imensos projectos de implementa\u00e7\u00e3o de pomares\u00bb, alguns com \u00e1reas de 10 hectares ou mais. \u00abIsto pode crescer de forma exponencial. Era bom para o sector, porque era mais uma forma de exporta\u00e7\u00e3o. Temos um clima \u00f3ptimo para produzir figo-da-\u00edndia e facilmente ultrapass\u00e1vamos a It\u00e1lia. E temos extens\u00f5es que n\u00e3o est\u00e3o a ser aproveitadas, no Alentejo e no Algarve. Temos fruta de qualidade. O problema \u00e9 n\u00e3o termos oferta. N\u00e3o temos produ\u00e7\u00e3o em quantidade, porque n\u00e3o h\u00e1 organiza\u00e7\u00e3o. Quando a fileira estiver mais madura, organizada \u2013 o que ainda n\u00e3o est\u00e1; as coisas est\u00e3o a andar mais devagar do que o expect\u00e1vel \u2013, Portugal poder\u00e1 ser uma alternativa cred\u00edvel \u00e0 It\u00e1lia.\u00bb Como alguma da fruta entregue em 2014 n\u00e3o chegou nas condi\u00e7\u00f5es ideais, a cooperativa vai promover forma\u00e7\u00e3o sobre a colheita (momento correcto) e o manuseio (colocar a fruta numa s\u00f3 camada, evitar choques, evitar exposi\u00e7\u00e3o solar\u2026). Ali\u00e1s, uma das vertentes da entidade \u00e9 realizar ac\u00e7\u00f5es de forma\u00e7\u00e3o, bem como fornecer apoio t\u00e9cnico, tendo tamb\u00e9m j\u00e1 elaborado um manual t\u00e9cnico da cultura. A cooperativa tem em curso v\u00e1rios contactos com \u00abum grande distribuidor nacional\u00bb e com entidades internacionais para escoamento da fruta. \u00abPara termos uma cooperativa com uma estrutura comercial adequada \u00e9 preciso investimento. Somos pequenos produtores e que n\u00e3o t\u00eam capacidade para o fazer. Fazia sentido haver alguns contactos comerciais h\u00e1 mais tempo.\u00bb Em Portugal existe ainda a Aprofip \u2013 Associa\u00e7\u00e3o de Produtores de Figo-da-\u00cdndia Portugueses que \u00e9 uma associa\u00e7\u00e3o que tem como fim o apoio t\u00e9cnico, jur\u00eddico e outros aos seus associados, no \u00e2mbito da implementa\u00e7\u00e3o, manuten\u00e7\u00e3o, explora\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o da Figueira-da-\u00cdndia (Opuntia Ficus Indica) e produtos derivados.<\/p>\n<h4>O problema da m\u00e3o-de-obra<\/h4>\n<p>Normalmente, a colheita tem in\u00edcio em Agosto e pode chegar a Novembro ou at\u00e9 mais tarde. Em 2014, a matura\u00e7\u00e3o atrasou, mas este ano, como \u00abh\u00e1 temperaturas muito altas, \u00e9 expect\u00e1vel ter produ\u00e7\u00e3o mais cedo, na segunda quinzena de Julho\u00bb, comenta o empres\u00e1rio.<br \/>\nA Di\u00e1logos do Bosque, tem neste momento capacidade instalada para cerca de 450 toneladas. A colheita \u00e9 manual e requer equipamento de protec\u00e7\u00e3o: \u00f3culos, luvas e roupa adequada. Na altura da colheita v\u00e3o ser necess\u00e1rias cerca de 20 pessoas por dia, a quem \u00e9 prestada forma\u00e7\u00e3o, e a tend\u00eancia \u00e9 contratar trabalhadoras femininas. Como a cultura do figo-da-\u00edndia exige muita m\u00e3o-de-obra e esta \u00e9 \u00abescassa\u00bb na regi\u00e3o, Nuno Pires est\u00e1 a considerar recorrer a uma empresa de trabalho tempor\u00e1rio especializada em agricultura.<br \/>\nA colheita tem de ser di\u00e1ria e, segundo Nuno Pires, com a capacidade instalada ir\u00e1 atingir-se uma m\u00e9dia de cinco toneladas por dia. O fruto deve ser colhido cedo, quando est\u00e1 mais fresco: de madrugada at\u00e9 cerca das 10 horas ou mesmo de noite \u2013 por ser mais f\u00e1cil evitar problemas com os gloqu\u00eddios, os picos do fruto \u2013, com ilumina\u00e7\u00e3o individual, explica.<\/p>\n<h4>Processo cuidado<\/h4>\n<p>O facto de ser colhido no estado de matura\u00e7\u00e3o ideal permite prolongar o tempo de vida do fruto, o que \u00e9 potenciado pelo cuidado no seu manuseamento, durante e ap\u00f3s a colheita. Na Di\u00e1logos do Bosque, os frutos s\u00e3o apanhados para um tabuleiro, s\u00f3 com uma camada, para posterior triagem por calibres. Nesta campanha, os gloqu\u00eddios v\u00e3o ser removidos num prot\u00f3tipo concebido por Nuno Pires, por insatisfa\u00e7\u00e3o com os equipamentos dispon\u00edveis para este fim. Em seguida, o fruto ser\u00e1 seco num t\u00fanel de vento (com ar \u00e0 temperatura ambiente) e embalado em caixas de cart\u00e3o \u2013 com alv\u00e9olos espec\u00edficos para figo-da-\u00edndia (para cada fruto ficar isolado), s\u00f3 com uma camada \u2013, que ser\u00e3o arrumadas e expedidas dentro de uma caixa de cart\u00e3o refor\u00e7ado e com perfura\u00e7\u00f5es. Todo este processo vai decorrer no armaz\u00e9m entretanto constru\u00eddo dentro da explora\u00e7\u00e3o.<br \/>\nA expedi\u00e7\u00e3o ser\u00e1 feita no pr\u00f3prio dia, em frio controlado (entre 6 a 8 \u00baC) \u2013 o ideal ser\u00e1 existir tamb\u00e9m controlo de humidade \u2013, atrav\u00e9s de uma transportadora contratada que faz a recolha na explora\u00e7\u00e3o. Segundo este produtor, em condi\u00e7\u00f5es de temperatura e humidade ideais, o tempo de vida do fruto at\u00e9 ao consumo pode chegar aos dois meses. Nesta campanha, a selec\u00e7\u00e3o por calibre ainda ser\u00e1 manual, mas existe a perspectiva de em 2016 j\u00e1 ser autom\u00e1tica, com a aquisi\u00e7\u00e3o de uma m\u00e1quina de calibra\u00e7\u00e3o de fruta, de origem nacional, adaptada ao figo-da-\u00edndia.<br \/>\nNa Di\u00e1logos do Bosque existe \u00e1rea para crescer (est\u00e3o a ocupar 50% da \u00e1rea dispon\u00edvel) e inten\u00e7\u00e3o de o fazer. Entretanto, est\u00e3o em processo de certifica\u00e7\u00e3o em Global GAP, que dever\u00e1 ficar conclu\u00edda nesta campanha. Uma campanha que ser\u00e1 decisiva para o futuro desta empresa.<\/p>\n<p><strong>Carlos Afonso<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dialogosdobosque.pt\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/frutoslegumeseflores.pdf\"><strong>Download article<\/strong><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A vida ao ritmo do figo-da-\u00edndia A produ\u00e7\u00e3o comercial de figo-da-\u00edndia ainda \u00e9 relativamente recente em Portugal, mas apresenta potencial para resultados interessantes e tem vindo<span class=\"excerpt-hellip\"> [\u2026]<\/span><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2497,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[10],"tags":[],"class_list":["post-2556","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-news"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO Premium plugin v24.8 (Yoast SEO v26.9) - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-premium-wordpress\/ -->\n<title>News &quot;Magazine Frutas Legumes e Flores&quot; | Di\u00e1logos do Bosque<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Commercial production of prickly pear is still relatively recent in Portugal, but it has potential and has been growing\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/dialogosdobosque.pt\/en\/magazine-frutas-legumes-e-flores-edicao-n-o-154\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"en_US\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Magazine Frutas Legumes e Flores. 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